‘SONETOS IMPERFEITOS DE DOMINGO’ SERÁ PRÉ-LANÇADO EM SARAU DA ABL

A Academia Barreirense de Letras (ABL) realiza na sexta-feira (30) o Sarau da Palavra: livro, poeta e poesia. Com início às 19h30, o evento comemora o dia do poeta (20), o dia nacional do livro (29) e o dia nacional da poesia (31) e terá como destaque o pré-lançamento da sexta obra solo do escritor, vice presidente da ABL, Théo de Araújo Santos, ‘Sonetos imperfeitos de domingo’.
Tradicionalmente organizados pela academia, os saraus fomentam a literatura e o incentivo às demais expressões artísticas da cidade. A edição de outubro 2026 conta com Mário Sérgio, Robson Batista e Théo Araújo na comissão Palavra Musical.
Inácio Cordeiro, Franco Porto e Vivaldo Motta compõem a comissão Palavra Declamada e Rita Nascimento, Renata Moreira e Fátima Ligouri, atuam na comissão Palavra Escrita. Todos são escritores e membros da entidade e estão responsáveis pela organização do encontro cultural, que tem entrada gratuita.
Terceiro livro de poesias de Araújo Santos, ‘Sonetos imperfeitos de domingo’ conta com a revisão e inspiração da sua mulher, a psicóloga Carla Silva Fiaes, tem o selo da Editora ABL e apresentação da presidente da academia, Marilde Guedes.
Na abertura da sua mensagem, Guedes fala sobre a arte sensível da palavra. “A poesia é assim, uma forma de celebrar a magia da palavra. Ela nos faz descobrir nós próprios e as nossas inquietações, sonhos, mistérios, desejos..., certamente, a própria poesia”.
Com versão e-book disponível gratuitamente no endereço https://www.academiabarreirensedeletras.org/theodearaujosantos, ‘Sonetos imperfeitos de domingo’ traz uma leitura gostosa, com retratos da vida percebida pelo autor, que explica o trabalho afirmando que “hoje o domingo é vida para as almas cansadas. Algumas se entregam ao sono, outras ao cochilo durante a palestra em um templo qualquer ou ainda aos roncos de um sofá da sala ou da areia, para quem pode, da praia”.
Para ele “domingos começaram quais sonetos. Havia a regra do marasmo e os decassílabos das poucas possibilidades. Quadrado e com estrofes que se completavam até o sono e a esperança de uma semana diferente. O tempo foi ditando um outro domingo que nem os sonetos imperfeitos e mais gostosos de degustar. Tempo para eles, só aos domingos. Os dias imperfeitos como os melhores sonetos”.




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